Os olhos da gente ficam congelados, mas o coração se aquece. Às vezes, ele também dispara; até parece bateria de escola de samba. Dá frio na barriga, nó na garganta e, no momento seguinte, vontade de soltar aquela gargalhada. Sabe o que é isso? É a magia da narração de histórias.
Aqui mesmo no blog, milhões de anos atrás, prometi falar um pouquinho sobre a Trupe Maria Farinha. Esse dia chegou! Tcham-tcham-tcham-tcham! Muitos posts mais tarde, venho cumprir a promessa (He-he!).
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| A Trupe passa, a alegria fica |
A Trupe Maria Farinha é um projeto que reúne poesia, teatro, trovas, canções, acalantos, sons, brinquedos e literatura. O eixo norteador é a vivência e a compreensão da arte, por meio de uma perspectiva crítico-social, do processo de criação e da difusão artística. Complexo, não? Que nada! Basta se sentar e curtir uma bela história.
Vou ser bem sincero porque não tenho papas na língua: é fenomenástico (mistura de fenomenal com fantástico) o que Sandra Bittencourt e Babu Xavier aprontam em cena. Ela é atriz, pedagoga e especialista em ensino especial, arte-educação e literatura infantil e juvenil.
Ele, um mago dos efeitos sonoros e das melodias.
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| Sandra Franco Bittencourt |
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| Babu Xavier |
Babu utiliza instrumentos como pandeiro, triângulo, berimbau, tambor do maranhão, tambor falante, didgeridoo, djembê, pau de chuva e kalimba.
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| Olha eu aí, com o Babu e a Sandrinha |
Se algum dia tiver a oportunidade de conferir pessoalmente o espetáculo da Trupe Maria Farinha, verá que não estou mentindo.
Enquanto isso, que tal curtir a página deles no Facebook? Clique.